segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Colher-de-Chá I
-- SOCRATES
TO BE IS TO DO
-- SARTRE
OO BE DO BE DO
-- SINATRA
domingo, 12 de outubro de 2008
Adeus
Zé foste mais meu avô que os meus avós e sempre me vou lembrar da nossa amizade e no carinho que nos fazem mais família que a família.
A tua boa disposição, dinamismo e graça foi e é uma inspiração para mim.
Quero lembrar os versos que entoavas numa melodia divertida, a cada principio de um novo dia (e que eu cresci a ouvir)...
Quem é quem é,
O mais bonito?
É o Zé, é o Zé.
Quem é quem é,
O mais limpinho?
É o Zé, é o Zé.
Quem é quem é,
O mais lavadinho?
É o Zé, é o Zé.
Quem é quem é,
O mais cheiroso?
É o Zé, é o Zé.
Adeus, vou sentir a tua falta.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Regresso do Grito do Ipiranga - Parte 2
No mês de Agosto aconteceram coisas boas e más. Fui de férias (agora com a namorada) e descobri, por acaso, a palavra da essência de ser humano.
Numa perspectiva mais humorista, à dois dias fiz um "karaté kid" involuntário ao meu velho aspirador e lixei-os (o pé e o aspirador).
Descansa em paz aspirador e recupera a tua cor normal pezinho.
Ah, e tive mesmo de comprar um aspirador novo... ;)
terça-feira, 29 de julho de 2008
Regresso do Grito do Ipiranga
Foram exames, foram relatórios três em pipa, foi a net que foi ao ar e há-de haver ainda uma discussão dos relatórios mas voltei... ehehehehehhehehe
terça-feira, 15 de julho de 2008
Mudar O Destino
| Se as almas tivessem asas nos pés |
| Voavam pelo mundo lés a lés |
| Controlando tudo com olhar |
| Tal como um gavião a caçar. |
| |
| As acções que elas fariam |
| Belas feias terríveis seriam |
| E o Mundo não mais seria igual |
| Tanto para o bem como o mal. |
| |
| Juntemo-nos assim então |
| Não voando mas no chão. |
| Será algo diferente passível |
| Se bem que nada fazível. |
| |
| Não nos nada custa sonhar |
| Custa apenas o meu tentar |
| Mudar o Mundo, o viajante |
| Com pequena força constante. |
terça-feira, 8 de julho de 2008
1º Visitante - Parte 2
Para festejar esta vida repleta de encontros, sonhos, desencontros e oportunidades perdidas, quero partilhar um AMV que me evoca isso.
Life's Gonna Suck
We'd like to take this time to tell all the kids at home,
Send your parents out of the room this is a kid's song.
Life's gonna suck when you grow up,
When you grow up, when you grow up
Life's gonna suck when you grow up,
It sucks pretty bad right now.
Hey! If you know the words, Sing along!
You're gonna hafta mow the lawn,
Do the dishes, make your bed.
You're gonna hafta go to school until you're seven-teen.
It's gonna seem about three times as long as that
You might have to go to war, shoot a gun, kill a nun.
You might have to go to war, when you get out of school.
Hey cheer up kids, it gets a lot worse.
You're gonna hafta deal with stress
Deal with stress, deal with stress.
You're gonna be a giant mess
When you get back from the war.
Santa Clause does not exist, and there's no Easter Bunny,
You'll find out when you grow up, that Big Bird isn't funny.
(funny, funny, hahahahaha!)
Life's gonna suck when you grow up,
When you grow up, when you grow up
Life's gonna suck when you grow up,
It sucks pretty bad right now.
You're gonna end up smoking crack, on your back, face the fact.
You're gonna end up hooked on smack, and then you're gonna die.
And then you're gonna die-ie-ie-ie-ie.
Dennis Leary
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Afinal Ainda Não Houve Estreia
Estava no Google Tools e descobri que o americano que acedeu ao blogue foi apenas o Google a fazer o índex da página.
Lá vou eu retirar uma alma do blogue e voltar ao número 1 (esse sou eu).
PS- Graças ao corrector ortográfico, agora escrevo blogue e não blog. ehhehehehehehehehehehheheheheheh
PPS- O Google voltou outra vez... O contador foi editado novamente.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Âmago do Presente
| Tu estás a ser manipulado |
| Tu estás a ser observado. |
| O que pensas ser verdade |
| É apenas uma idade |
| Que se reflecte em ti |
| Do modo que já vi |
| E que estou a contar |
| Para no futuro te ajudar. |
| A soma das tuas penas |
| Não será o bando de hienas |
| Que pensas que são. |
| São sim a vera paixão |
| Que reside em ti próprio |
| Complexa como um colóquio |
| Da ciência vibrante |
| Que te dá, confiante |
| A certeza do futuro |
| Sabendo-o inseguro. |
| As mágoas do passado |
| São algo muito prezado |
| Por ti meu inocente |
| Pois não vives no presente |
| Mas num Mundo fantasia |
| Longe deste e doutro dia |
| Desavindo com o fogo |
| E da alma deste jogo |
| Que é o tempo vivido. |
| Sê suave destemido |
| E conta o tempo corrido |
| Como uma bênção sagrada |
| Luta, faz-te à estrada. |
sexta-feira, 27 de junho de 2008
1º Visitante
StarWars aqui vou eu...
quinta-feira, 26 de junho de 2008
O Assalto ao Banco
Cerca de 95% dos versos que faço na cabeça têm assuntos estranhos ou jocosos mas devido a isso talvez tenha mais tendência para os esquecer rapidamente. :(
No entanto não me consegui esquecer destas quadras, especialmente a última que (curiosamente) foi a primeira a ser imaginada. ;)
| Estava no banco a depositar |
| Algum dinheiro e tesouros |
| Quando o vieram assaltar |
| Um grupo de três mouros. |
| |
| Tinham armas e um tijolo, |
| Começaram logo a berrar. |
| Se alguém fosse parolo |
| Era o primeiro a se matar. |
| |
| Ameaçaram o gerente, |
| Ou abria a caixa-forte |
| Ou com tijolada valente |
| Lhe dariam triste sorte. |
| |
| Quando a estavam a abrir |
| Gritaram todos os assaltantes |
| Foi aí que resolvi fugir |
| Por entre sirenes distantes. |
| |
| Não fugi sem o levar |
| Um refém nas cruzes |
| Soube bem aproveitar |
| A chegada das luzes. |
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| Mais tarde veio um jornalista |
| Que falou do cerco abjecto |
| Expôs-me imediatamente à vista |
| E passou para mim directo. |
| |
| Falaram num acto estóico |
| Eu acho que é só profano |
| Pois eles viram um acto heróico |
| Onde eu só vi um escudo humano. |
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Mais um Prego no Caixão
| Despejei a gasolina do bidão |
| Mais um fósforo para a fogueira |
| A ver se terminava a comichão |
| Ardendo daquela maneira. |
| |
| Esperei logo ver tudo arder, |
| Consumir o restante ar. |
| A madeira a desaparecer |
| E o fumo a espalhar. |
| |
| A brasa que se formou |
| Era vivaça e quente |
| E nada do que restou |
| Tinha um resíduo potente. |
| |
| Ficou um oco frio |
| Na caverna um vazio. |
| A ausência da emoção |
| Só uma triste canção. |
| |
| Tudo ardeu sem tino |
| Num flash do destino. |
| E terminou na alvorada |
| Graças à ideia lixada. |
Sonhos
| As sombras que cantam |
| Forte forte nos iludem |
| Cantam bem, espantam |
| E que a todos os ajudem. |
| |
| As sombras que brilham |
| Na escuridão sempre sombria |
| Ajudam tanto aos que trilham |
| Caminhos com a lua vazia. |
| |
| As sombras que cheiram |
| Cheiram delicadas a jasmim |
| E pelo cheiro as seguiram |
| E guiaram-se assim assim. |
| |
| As sombras foram tocadas |
| Eram ilusões algo reais |
| Existiam sem ser atadas |
| Aos conceitos dos demais |
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| As sombras do doce sabor |
| Não guiaram de facto |
| Pois não tinham outro ardor |
| Que o sentido abstracto. |
| |
| Deste modo me encontrei |
| Ou deste modo me perdi? |
| Será que aquilo que viajei |
| Foi um algo que já vivi? |
sábado, 21 de junho de 2008
Memórias Esbatidas
| Hoje ouvi algo que me entristeceu |
| A memória que nem sempre dura |
| A pedra agora amanhã desvaneceu |
| A verdade passou para loucura. |
| |
| É tão triste ver ou ouvir |
| Confissões já esquecidas |
| Não por a memória vir |
| Mas por estarem distorcidas. |
| |
| É tão cruel ver as almas |
| Daqueles inocentes a tentar |
| Ordenar as ideias calmas |
| Tentando mas sem recordar. |
| |
| Os sorrisos que se iluminam |
| Ao contar a esquecida versão |
| Persistem e não terminam |
| Quando se elimina a ilusão. |
| |
| Que quando for minha vez |
| Me relembrem prontamente |
| A verdade com robustez |
| Não uma versão diferente. |
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Pedir desculpa?
| Quando apresentamos desculpas |
| Às importantes pessoas que amamos |
| Seremos nós pessoas adultas |
| Quando não sabemos porque vamos? |
| |
| Será justo pedir para desculpar |
| Se não fizemos nada para ofender? |
| Não será semelhante ao mar |
| Pedir desculpa por se ver? |
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| Será bonito pedir na ocasião |
| Toda a limpeza da mesa? |
| E obter o seu perdão |
| Quando a razão está presa? |
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| Será generoso pedir a paz |
| E lutar pela harmonia? |
| Quando aquela guerra traz |
| Os demónios de outro dia? |
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| Será fingido o proferir |
| As frases do bem sabido? |
| E realmente preferir |
| Usar o discurso falido? |
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| Não sei nada sobre o tal |
| Um “não sei nada” previsto |
| Mas será que há mal |
| Em dizer o revisto? |
terça-feira, 17 de junho de 2008
Um Génio Carroceiro
| Gostava de fazer poesia |
| Como Bocage brejeira |
| Mas se a fizesse seria |
| Seca e bem foleira |
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| O que dava para ser patife |
| Na linguagem vulgar rimada |
| Tanto rimar com um esquife |
| Como com simples bofetada |
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| Não tenho o jeito do personagem |
| Fico mesmo muito aquém |
| Isso me impede a viagem |
| Para algo vulgar também |
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Passado
| Deus porque me deixaste |
| Naquela hora que precisei |
| Só pensava que me abandonaste |
| E o coração que partilhei. |
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| Estava mal e perdido |
| Não sabia o que fazer |
| Porquê o momento escolhido |
| Para me fazeres enlouquecer. |
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| Fugi dos grandes engodos |
| Que me cercavam além |
| Aguentei contra tudo e todos |
| E contra a solidão também. |
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| Mas o além vai acolá |
| Disso tudo me livrei |
| Limpa a minha mente está |
| E já não mais suspirei. |
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| Um pensamento salutar |
| Alternando com a miséria |
| Foi a base para ultrapassar |
| A tristeza desta matéria. |
| |
| Queria mostrar-vos a receita |
| Deste pensamento tão especial |
| Mas a verdade não é atreita |
| A uma simples definição real. |
sábado, 14 de junho de 2008
Saudade
| Uh! Que Pesadelo |
| Uh! Que Maldade |
| Uh! Que Desmazelo |
| Uh! Que Anormalidade |
| |
| Oh! A Loucura |
| Oh! A Paixão |
| Oh! A Tontura |
| Oh! A Ilusão |
| |
| Ih! Que Sonho |
| Ih! Que Destino |
| Ih! Que Enfadonho |
| Ih! Que Assassino |
| |
| Eh! A Chama |
| Eh! A Lealdade |
| Eh! A Trama |
| Eh! A Verdade |
| |
| Ah! A Beleza |
| Ah! A Felicidade |
| Ah! A Tristeza |
| Ah! É a Saudade |
Inauguração
Pensei bem e resolvi criar o meu próprio blog.
Benvindos a todos.