| Os ventos ao soprar |
| Impelem-me a memória |
| Fazendo-a recordar |
| E admirar a história. |
| |
| As memórias navegam |
| Como no alto mar. |
| Rodopiam e carregam |
| Uma informação sem par. |
| |
| Devia escrever uns tomos |
| Para tal não se perder |
| Pois no fim nada somos |
| Nada mais que ao nascer. |
terça-feira, 8 de julho de 2008
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