| Tu estás a ser manipulado |
| Tu estás a ser observado. |
| O que pensas ser verdade |
| É apenas uma idade |
| Que se reflecte em ti |
| Do modo que já vi |
| E que estou a contar |
| Para no futuro te ajudar. |
| A soma das tuas penas |
| Não será o bando de hienas |
| Que pensas que são. |
| São sim a vera paixão |
| Que reside em ti próprio |
| Complexa como um colóquio |
| Da ciência vibrante |
| Que te dá, confiante |
| A certeza do futuro |
| Sabendo-o inseguro. |
| As mágoas do passado |
| São algo muito prezado |
| Por ti meu inocente |
| Pois não vives no presente |
| Mas num Mundo fantasia |
| Longe deste e doutro dia |
| Desavindo com o fogo |
| E da alma deste jogo |
| Que é o tempo vivido. |
| Sê suave destemido |
| E conta o tempo corrido |
| Como uma bênção sagrada |
| Luta, faz-te à estrada. |
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Âmago do Presente
Declamado por
Vitor
à(s)
02:27
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