| As sombras que cantam |
| Forte forte nos iludem |
| Cantam bem, espantam |
| E que a todos os ajudem. |
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| As sombras que brilham |
| Na escuridão sempre sombria |
| Ajudam tanto aos que trilham |
| Caminhos com a lua vazia. |
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| As sombras que cheiram |
| Cheiram delicadas a jasmim |
| E pelo cheiro as seguiram |
| E guiaram-se assim assim. |
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| As sombras foram tocadas |
| Eram ilusões algo reais |
| Existiam sem ser atadas |
| Aos conceitos dos demais |
| |
| As sombras do doce sabor |
| Não guiaram de facto |
| Pois não tinham outro ardor |
| Que o sentido abstracto. |
| |
| Deste modo me encontrei |
| Ou deste modo me perdi? |
| Será que aquilo que viajei |
| Foi um algo que já vivi? |
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Sonhos
Declamado por
Vitor
à(s)
03:59
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